[Livro em pré-venda. Envio a partir de 26 de outubro de 2026.]
Em Cantiga de ninar, o familiar nunca está inteiramente a salvo do estranho. Crianças se perdem em matas, morangos guardam presságios, águas escondem presenças, assobios atravessam a noite e figuras do imaginário popular surgem onde a realidade começa a perder seus contornos.
Entre o cotidiano e o insólito, Júlia Santolini de Mendonça constrói narrativas atravessadas pela infância, pela memória, pelo medo e pela oralidade. São histórias em que cores, lendas e lembranças se misturam, recuperando algo das narrativas contadas à meia-luz: aquelas que encantam primeiro e, quando percebemos, já deixaram alguma coisa inquieta dentro de nós.